segunda-feira, 9 de julho de 2012
Momento de dizer adeus...
sexta-feira, 18 de maio de 2012
E o Timão comprou até o tira-teima
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O que é o bom futebol?
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Menção Honrosa
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Ano futebolístico começando
Começaram os campeonatos estaduais e só dá pena ver como o futebol brasileiro está. Nenhum craque em vista, talvez uma ou outra promessa que até o fim do ano vai pra Europa. Jogos ruins, arbitragens ruins, campos ruins (já teve bola entrando pelo lado de fora e criando confusão no Carioca). Campeonatos em que ganha o menos ruim ou talvez o mais regular. Nenhum time que realmente empolgue sua torcida, como o Brasileirão, vencido por um time que a torcida só aparece quando está ganhando e que nenhum brasileiro deve saber o nome de mais do que dois jogadores.
E vamos nós, torcendo, tentando nos divertir e vendo a penúria dos times brasileiros...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Kaká e Robinho no Chelsea?
O Felipão, recém contratado no Chelsea, já está montando uma nova versão dos galáticos com o dinheiro de Abramovic pra ajudar. O russo tem dinheiro sobrando e avalizou Scolari dando um cheque em branco pra ele contratar quem quisesse. Como o gaúcho não é bobo, pediu Kaká e o Robinho. Será que é uma boa a transferência dos dois?Kaká já está em um grande time, é o líder e amado pelo clube e torcida. Se ficar, vai fazer parte do ataque dos sonhos com Ronaldinho Gaúcho e Alexandre Pato. Quais os argumentos a favor da sua transferência? O Milan vai embolsar nada menos que 100 milhões de euros, só a maior quantia já paga por um jogador. O Kaká vai levar uma bolada nesta transferência. Até o São Paulo está torcendo pois receberá uma parte por ter sido o clube formador. E estará indo para o maior campeonato europeu da atualidade que coloca seus times nas finais do campeonato continental nos últimos anos. Na prática, todos ganham e provavelmente o negócio sairá. Mas vai saber, talvez ele goste de morar em Milão.
Já o Robinho é outra coisa. Jogou muito bem no Real, mas não é amado tanto assim como foi no Santos e na seleção brasileira. Hoje ele foi cortado em cima da hora para a disputa dos jogos olímpicos. Foi desvalorizado pelo clube que quer usá-lo como moeda de troca em uma possível compra do melhor jogador do mundo, o português Cristiano Ronaldo. O Real Madrid ainda disse que libera ele para o Chelsea só se o negócio com o Ronaldo sair. Neste ambiente a melhor escolha para o Robinho é ir correndo para os braços de Felipão. Mas essa compra do jogador do Manchester é mais incerta. Mas se for, já pensou que ataque! Drogba, Kaká e Robinho. Fora os outros craques do time.
O mercado de jogadores está fervendo. Só quero ver esta seleção que o Felipão irá montar.
sábado, 19 de julho de 2008
Dia do Futebol

Sinceramente, não acho que valha a pena ter um dia do futebol pois como sabemos futebol é todo dia. Normalmente se fazem datas para relembrar acontecimentos históricos, religiosos ou que tenha a intenção de fazer a população lembrar de algum fato. Futebol não precisa pois está no nosso sangue, no nosso dia a dia. Hoje, graças a globalização e a TV a cabo temos futebol todo dia do mundo inteiro. Campeonatos Nacionais Série A, B, C, Copa do Brasil, campeonatos regionais, 2 sulamericanos, todos os campeonatos nacionais dos princiais países da Europa, copas continentais e mundiais fora os encontros entre seleções. Temos uma overdose de futebol, o esporte mais praticado no mundo. É tanto futebol que ninguém lembra que existe um dia para comemorá-lo e relembrá-lo.
Quem diria que quando Charles Miller chegou em São Paulo Trazendo suas primeiras bolas de futebol aqui estava mais para o pais das regatas. Hoje somos o país do volei, franco favoritos para as medalhas de ouro em ambas as modalidades. O futebol, com a globalização acabou nivelando as equipes do mundo todo e exportando todos nossos craques fazendo o Brasil, antes país do futebol, ser considerada apenas uma boa equipe. Hoje, na era Dunga o futebol brasileiro pena, mas como é amplamente difundido, sempre aparece jovens esforçados querendo oportunidades em equipes maiores, por isso amamos este jogo.
Na verdade se queremos fazer as autoridades e o povo brasileiro em lembrar de algo que precisa melhorar é fazer um dia do basquete.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Torcedor desiludido
É o que eu me pergunto vendo a notícia de que Marcinho vai para o Al Jazira dos Emirados Árabes. E quem é Marcinho? Atual artilheiro do Campeonato Brasileiro na sua 11ª rodada. No início da semana o Flamengo quase perdeu o técnico Caio Jr. E quem é Caio Jr? O técnico do time que é líder do Campeonato Brasileiro na 11ª rodada, e só. Não ganhou nada ainda e chegou ao clube depois de ter conseguido perder o Campeonato Goiano com o Goiás, mas recebeu proposta milionária do Qatar.
Antigamente os clubes estrangeiros levavam os craques. Passaram a levar as promessas e agora levam os meia-boca e até os técnicos. Antigamente esses craques iam para a Itália, Espanha. Hoje vão para Alemanha, Rússia, Japão, Qatar.
Se um jogador sonha atuar por um grande clube europeu eu até entendo, é como um jornalista querer trabalhar em um grande jornal, paixão pelo time à parte. Clube na Europa ainda dá projeção até para a Seleção. Afinal, o reserva de um clube europeu não é titular na seleção?
E os clubes brasileiros vão ficando cada vez mais sem recursos para lutar para manter seus jogadores, não tem como competir com os euros, manter time, ganhar títulos e ganhar dinheiro.
Haja sócio e torcida pra sustentar.
O que tem nos restado então? Torcer por times meia-boca, com jogadores esperando uma chance de ir atrás de altos salários. Então esses jogadores perdem o interesse de jogar pela Seleção pois as convocações atrapalham os compromissos com seus clubes. Vemos uma seleção fazendo vergonha com jogadores desinteressados em campo. Podemos ver as seleções européias então? Não sei pois os jogadores nativos têm pouca chance nos clubes locais, verdadeiras legiões estrangeiras.
Nos restam esses clubes europeus, com estrelas mundiais, jogando em busca do próximo contrato milionário.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
O país amanheceu de luto...

Foi dormir de luto e amanheceu de luto, por que ontem o que ninguém esperava aconteceu, eu não esperava que acontecesse, ninguém esperava, mas aconteceu. Os alemães, lembrando os soldados da (censurado pelo próprio autor) de outrora, foram mortíferos, foram de uma eficácia letal. Ontem os jogadores alemães destruíram sem piedade os sonhos de um pequeno país outrora imperial. Esse povo que por vezes é carrancudo, amargo, triste, áspero e tem consciência disso, e por isso deposita, até mais que outros países, no futebol a esperança do reencontro com suas glorias passadas e do reencontro com sua própria alegria.
Os “soldados” alemães ontem acabaram mais uma vez com este sonho, como fizeram em 2006 quando derrotaram Portugal na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo, e como já tinham feito este ano também desclassificando o FC Porto nas quartas de final da Champions League, com a vitória do “desconhecido” FC Schalke 04, cujo capitão e melhor jogador é um tal de Bordon que outrora era zagueiro do SPFC. Destruíram nosso sonho ontem, os de um povo e os meus também, que depois de tanto tempo aqui também já torço pela sorte deste país, e ontem tive consciência de que a sorte deste, atualmente, passa pelo seu sucesso no futebol. Torço ainda mais por que o comandante destes heróis do mar, que ontem foram derrotados bravamente, era um estrangeiro, era um brasileiro e isso é muito importante para os outros brasileiros que aqui vivem.
O silêncio que vi ontem aqui parecia mais forte e mais alto do que o silêncio que vivenciei na final de 1998, a tristeza no rosto das pessoas, todas com suas camisas grená, era maior do que a tristeza que vejo no rosto deles diariamente. A incredulidade com a seqüência de gols germânicos, com o discurso de despedida de Felipão, e a incredulidade de ver o melhor jogador europeu da atualidade não conseguir fazer mais, não conseguir vencer a defesa germânica era assustadora. Os rostos dos portugueses ontem demonstravam a derrota. Derrota para a qual ninguém estava preparado. E ninguém acreditava que pudesse acontecer, mas ontem aconteceu. E admito que, às vezes, é por isso que eu adoro tanto o futebol. Mesmo que ontem eu o tenha odiado.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Futebol Original
Percebo o quão é deprimente acompanhar uma Eliminatória Sul Americana e ver que a Eurocopa é mais atraente. Imaginem vocês então como deve ser uma Eliminatória Européia de Copa do Mundo. O ritmo, a cadência voluptuosa, a tenacidade, tudo lá emociona. Lá o futebol é levado a sério, talvez por isso os estádios estão sempre lotados, o espetáculo transborda. Lá o jogo não pára, a bola quase não sai, é uma verdadeira guerra. Lembra-me os combates da trilogia de J. R. R. Tolkien. Só que lá a disputa é pela bola.
Posso até ser exagerado, mas creio que se Brasil e Argentina fossem europeus, o futebol só existiria em uma parte do planeta. Vou parando por aqui, daqui a pouco teremos França e Itália, Holanda e Romênia. Se até o Dunga vai ver, eu também...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Minha primeira vez...
Ontem decidi assistir ao jogo de uma outra seleção, de um outro país, dentro deste país. Tomei coragem e fui até o pub, aqui a maioria das pessoas assistem aos jogos em bares, sentei pedi um pint (copo grande de guinnes, aquela cerveja preta irlandesa), um prato de amendoins, tremoços e azeitonas e fiquei ali no canto vazio do bar observando. Diferente de assistir a um jogo da seleção brasileira, aqui pude observar como nós torcedores somos quando estamos assistindo a um jogo importante. Sem estar tão diretamente ligado no jogo, na importância e na paixão, nessas coisas de pátria, pude observar as feições, reações, goles, baforadas, os mastigares compulsivos, cigarros, cervejas, sorrisos, palmas, todas as emoções que nunca tinha parado para observar antes, ontem pude vê-las. Sei que nos momentos de felicidade as pessoas sempre procuram outras para beijar, cumprimentar, abraçar. Nos momentos de tensão, os olhos procuram algo no céu, se perdem na fumaça do cigarro, olham para o copo vazio. O jogo foi ótimo, velocidade do inicio ao fim, tensão, pois quem ganhasse avançava direto para as quartas de final, sem precisar se preocupar com o terceiro jogo. No fim Portugal ganhou por 3X 1 da República Tcheca. No fim o futebol se mostrou um retrato do mundo atual, o primeiro gol foi feito por um brasileiro, o segundo por um português e o terceiro foi feito por um cigano e todos estes jogando por uma mesma seleção. O futebol mostra que pode unir mundos e unir pessoas, dentro e fora do campo. Nada é mais real do que o futebol. E no fim foi interessante ver um jogo de outro país, fora de casa, na casa dos outros.terça-feira, 3 de junho de 2008
rei morto, rei posto...longa vida ao novo rei..ou melhor, novo técnico
domingo, 25 de maio de 2008
Mulheres que se cuidem
São dados curiosos, para quem achava que os homens só pensavam em sexo! Pois bem, agora eles dão preferência a outras curvas...as da bola.
Mas além da preferência ao futebol, os europeus também confessaram que parceiras torcedoras do mesmo time, contam pontos na hora de namorar e que planejam seu tempo livre de acordo com o calendário esportivo.
Na hora de comemorar ou lamentar o desempenho do seu time, os europeus não são muito diferentes dos brasileiros, e disseram :
● Gritar muito - 99%
● Abraçar ou beijar um desconhecido na hora da comemoração - 88%
● Chorar em vitórias ou derrotas - 66%
E claro, como todo bom torcedor '40% disseram que repetem os mesmos rituais nos dias de finais ou eliminatórias.' e '69% afirmaram que são influenciados pela superstição no esporte.'
Será que uma pesquisa dessas feita por aqui, não traria semelhante resultado?! Eu não ficaria surpresa... mas, nunca se sabe.
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sexta-feira, 23 de maio de 2008
e o sonho acabou
E se o gol não sair e se não se classificar e se o mundo acabar e se o sol não raiar, a seca, o medo, o desespero. E se o pensamento atrapalhar e se você ainda duvidar de tudo e se isso for a fonte que alimenta sua derrota? Qual será a próxima? Vitória. Qual será a próxima? Glória. E se tudo isso for um sonho, uma passagem para o que ainda não é merecido, o frio no coração, o medo de tudo, você estará pronto para agüentar? E se não se classificar? E se o sonho acabar? O sol nasceu, o dia raiou e agora é esperar a ferida cicatrizar. Agora é passar a andar, andar de frente. Agora é erguer-se frente ao desafio de outro campeonato que vai começar, agora é erguer-se e viver sem chorar, sem ter pena de pensar que o que não fez iria mudar o que agora tanto faz. Agora é viver um novo campeonato. Agora é voltar a sonhar. O que aconteceu ontem não me lembro e nem faço questão de lembrar.Meu desejo de boa sorte ao Fluminense FC e nos vemos no brasileirão. Saudações santistas.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Coisas de torcedor...
Mas olhar praquele time ainda me faz lembrar da quarta-feira passada, do Maracanã lotado e do placar de 3x0 que ninguém acreditava que poderia acontecer.
Coisas de torcedor...
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O torcedor
A história do clube terá influência? Na fase infantil, é certo que não. Criança não sabe nada das histórias do time, não acumulou títulos na memória, não sabe de jornadas históricas, de jogadas inesquecíveis, de heróis do passado. Não é isso que a fisga, é alguma coisa do presente. O que será?
As cores, talvez? Pode ser que uma criança tenha preferência por alguma cor, mas que ela vá ligar isso a um time de futebol, sei não. Para complicar, a maioria dos clubes tem duas cores, alguns três. Alvinegro, rubro-negro, tricolor – esses nomes e as cores que nomeiam terão algum peso na escolha?
A influência dos pais é forte, com certeza, mas não definitiva, não vale para todos.
O que, então, faz nascer o palmeirense, o flamenguista, o vascaíno, o santista, o botafoguense, o ponte-pretano?
As vitórias, as glórias, os gritos dos locutores, o rumor da torcida, os títulos – será isso que faz nascer o torcedor de um clube?
Uma coisa parece ser verdadeira: a relação cresce forte é com os times da própria terra, da própria cidade. Torcer é uma forma de bairrismo. Era. Sei lá. Alguém pode até gostar de um Barcelona, um Manchester United, um Boca Juniors – mas acaba sendo só amizade, simpatia. Em futebol, o que conta é amor e paixão. O homem dos estádios pode trair a mulher e até bater nela, mas ao time ele é fiel e trata bem.
Essa escolha é um dos mistérios da alma humana, que depois se mostra em impressionantes espetáculos coloridos de cantos, fantasias, pinturas corporais, danças, brados, urros. Ninguém ensaia, e tudo dá certo. Mistério
Por Ivan Angelo
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Saída em grande estilo
Agora, bom trabalho para o Joel, com a África do Sul na Copa, com certeza vai ter muito rubro-negro torcendo por ele. E para o lugar dele, vem Caio Jr. Que dos nomes especulados pela imprensa era o que mais me agradava, apesar das duas últimas derrotas do Goiás.
E como não custa sonhar, os maiores títulos do Flamengo foram assim, com um técnico saindo e outro pegando um time formado, pronto e embalado pela torcida, em 81 (ano da conquista da libertadores e do mundial), Carpegianni, que era jogador do flamengo, encerraria a carreira e assumiria o time após a saída de Cláudio Coutinho. Quem sabe com o Caio Jr a história se repita (tudo bem que não tem como comparar o elenco de 81 com o de hoje).
E como o time está pronto, nada mais fácil pra ele, é só fazer como sugere o grande crônistas Mário Prata e deixar os jogadores jogar.
Crônica de Mário Prata
domingo, 4 de maio de 2008
Todos a favor dos Pequenos
Normalmente torcemos a favor dos times pequenos contra os grandes, a não ser que seja contra o nosso. Hoje, exceto os palmeirenses, todos irão torcer para a macaca dar um sapeco no Palmeiras e finalmente conquistar seu já mais que merecido título paulista. No final dos anos 70 eles tinham um grande time, um dos melhores elencos do pais, chegando a 3 finais do campeonato paulista mas, por azar, perdendo todas.A lógica diz que dá Palmeiras, claro, pois além do time alviverde ter melhor elenco, o time da Ponte está desfalcado dos melhores jogadores como o atacante Elias. Mas a lógica não é característica desse esporte chamado futebol. Contra o mesmo poderoso Palmeiras, a Inter de Limeira ganhou o Paulistão de 1986, contra um Palmeiras que também estava numa fila de 12 anos, como agora.
Quem não vibrou com outras vitórias de pequenos contra os grandes? Copa do Brasil onde Flamengo e Fluminense caíram para times modestos de São Paulo, Santo André e Paulista, respectivamente. Quem, além dos corinthianos, não torceu para o Brasiliense naquela final de 2002? Ou a favor do Bragantino contra o São Paulo no Campeonato Brasileiro de 1991. Uma das principais razões é mais sádica do que benevolente. Queremos que os times grandes, geralmente rivais nossos, sejam humilhados. Mas de vez em quando reconhecemos a qualidade do pequeno e vemos que ele é humilde e merece o título. No caso de hoje eu tenho os dois sentimentos. Além de ver a derrota dos arrogantes palmeirenses, gostaria de ver um título justo da Ponte, que merece ter depois de 108 anos de existência.
*Clica na imagem para ampliá-la.
sábado, 3 de maio de 2008
O problema dos torcedores
O público que vai aos estádios de futebol acompanhar os jogos é a parte que os clubes menos ligam. Os torcedores são tratados como gado, tem superlotação, sem banheiros adequados, pouco conforto e etc. Os horários quem decide é a televisão, pois os clubes hoje são dependentes dos direitos de transmissão, não sobreviveriam sem este dinheiro. Olha os horários que são marcados os jogos da Libertadores da América 22h30, 22h, 19h45. Teve jogo à tarde no meio da semana de trabalho.O que aconteceu neste campeonato Paulista merece um estudo e revisão, se for o caso, da lei do consumidor. No primeiro jogo das finais entre Ponte Preta e Palmeiras, a parte reservada aos torcedores Palmeirenses foi toda comprada pelo clube que, ao invés de vender, distribuiu para as torcidas organizadas, dirigentes e conselheiros. Já no jogo da volta, no Parque Antártica, a Ponte Preta fez a mesma coisa com sua cota, dizendo ser uma medida para evitar cambista. E na venda de ingressos aos torcedores palmeirenses houve uma guerra nas ruas, literalmente, pois o clube resolveu distribuir novamente aos cartolas e às torcidas organizadas e sobrou menos da metade para ser comercializado.
O que fazer pra evitar brigas entre torcidas, problemas na venda de ingressos e punições aos clubes? Uns anos atrás depois de brigas entre torcidas, Boca Júnior e River Plate resolveram fazer dois jogos de uma torcida apenas. No estádio do Boca só vai torcedor do Boca e vice-versa. Atitude radical já que o torcedor deveria ter o direito de ver os dois jogos ao invés de um, mas que resolve o problema da briga. Uma medida pior, adotada pelo Brasil anos atrás foi fechar os estádios e ter jogos sem público. Foi terrível, pior impossível.
Na minha opinião, deveriam priorizar a venda de ingressos para sócios que pagam o carnezinho e usar as dependências do clube, pois é uma forma de privilegiar quem ajuda e dá dinheiro aos times. Se sobrar ingressos, abrir para outros torcedores comprarem. A medida pode parecer um tanto elitista, mas o clube deve pensar no retorno financeiro e investir em quem dá dinheiro pra ele. Comercialização de produtos não deu certo por causa da pirataria. O torcedor é o maior bem que um clube pode ter. Time sem torcida não sobrevive muito tempo sem ajuda. É por isso que times como o Corinthians (R$100 mi) e Palmeiras (R$40 mi) vivem arrolando dívidas.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Exterminadores de Alviverdes
Corinthians 4 x 0 Goiás.Bem assim, quarenta e cinco minutos e uma chacina. A estrela do xerife alviverde, Paulo Baier, dessa vez não brilhou. Com quatro tiros certeiros, Diego Rincón, Herrera e André Santos foram os heróis alvinegros. E no final, deu-se um final feliz para os mais de 50mil torcedores corintianos no Morumbi, com direito a uva verde para a maravilhosa torcida vestida de preto, branco e roxo.

Sport 4 x 1 Palmeiras.
Bem distante dali, numa Ilha, o que se ouvia era o rugido de um Leão feroz que não quis saber de circo e arrancou o grito de gol rubro-negro aos 7 minutos do primeiro tempo. Ainda tentaram enjaular a fera, mas não teve jeito. Romerito, o leão mais habilidoso do Recife, acabou com o sonho verde.



